Um longo trecho adaptado de Caio Fernando Abreu.
Feliz 2012 para todos os meus amigos e familiares, amo cada um de vocês de forma especial! beijoo
"Te desejo uma fé enorme.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Que 2012 seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você e pra todos nós"
Feliz Ano Novo!!!
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade em que acontecem, por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis..." (Fernando Pessoa)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Vale a pena??
"Cinegrafista morre após ser baleado por traficantes em favela do Rio de Janeiro"
Essa é a manchete do dia nos principais jornais do país. Na Tv, nas rádios, jornais impressos, pela internet. Em todos esses veículos de comunicação é possível saber a triste história do cinegrafista Gelson Domingos.
Um pai de família, provavelmente apaixonado pela profissão que infelizmente teve essa triste morte.
Diante desse fato me faço a seguinte pergunta: Até que ponto vale a pena arriscar a própria vida em busca de comunicar?
De acordo com o Presidente da Associação Brasileira de Impressa - Sr. Mauricio Azêdo, o jornalista não deve se abdicar jamais do seu dever de informar.
Sim concordo que como comunicadores temos a responsabilidade de buscar os fatos e manter a sociedade abastecida de informação, porém até que ponto vale a pena se colocar diante de tal exposição, arriscando a própria vida em prol de manter a sociedade informada?
E quem poderá colocar isso na balança e medir para responder com exatidão? Será que alguém tem essa resposta??
E não apenas esta mas as várias indagações que acompanham um jornalista ao longo de sua vida profissional!
Espero algum dia nesse meu início de carreira, onde me encontro apenas "engatinhando" na profissão, ter as respostas para esses digamos "dilemas" do jornalista.
Hoje apenas espero que a morte do colega de profissão sirva de reflexão para que os dirigentes dos veículos pensem em mais formas de proteger seus profissionais, pesando se é mais importante uma vida ou um mais um VT, muitas vezes de um assunto que já estamos "tortos" de saber!
Assinar:
Postagens (Atom)
